sexta-feira, 20 de maio de 2011

A miséria humana.

A miséria humana.
Ratos da sociedade em desesperada busca por aprovação.
O veneno da língua inquieta corroi as visceras, e dilacera os laços mortais já feitos.
A competição, a necessidade, o medo,e o desejo.. Não tem volta.
O recém-nascido tem no olhar a inocência de quem vê o mundo como turista, mal sabe ele que já é um peão nesse enorme jogo de tabuleiro.
O que é teu eu quero, o meu não vou te dar.
Grandes olhos de cobiça pesando sobre de mim já não irão encomodar.
A adaptação à luta eterna se faz obrigatória.
Precisarei pisoteà-los para alcançar a própria glória.

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